4 passos para aumentar a agilidade, rigor e rentabilidade dos seus processos logísticos

Atrasos nas entregas? Perda de negócio? Falta de alinhamento com a área comercial? Há questões que não fazem sentido se o objetivo é a rentabilidade do ciclo logístico. A transformação digital e a consequente automatização de processos estão a abrir novas perspetivas de eficiência no seio das empresas e a sustentar o surgimento de cadeias logísticas mais inteligentes. Tudo isto fomenta a criação de valor para as organizações, melhora a produtividade das equipas, garante a satisfação dos clientes e elimina muitos dos problemas que hoje retiram competitividade a quem atua neste mercado.

 

De acordo com a Gartner, as empresas de logística estão a ser desafiadas a manter o equilíbrio entre a inovação e a excelência operacional. Num relatório dedicado à otimização deste sector, a consultora fala de cadeias de logística bi-modais, capazes de melhorar práticas estabelecidas de forma rentável ao mesmo tempo que introduzem novas tecnologias e estratégias digitais.

 

Os sistemas informáticos de gestão de armazéns ou de gestão de distribuição permitem que, de uma forma integrada, a logística aumente a agilidade, o rigor e a rentabilidade dos seus processos de negócio, sustentando também a tomada de decisão dos gestores, que passam a agir com base em dados e não em meras intuições (antecipando necessidades e otimizando/automatizando todas as etapas do processo logístico). A juntar aos avanços tecnológicos e à otimização, os gestores terão também que envolver as equipas, pois serão elas que materializarão no terreno as boas práticas e, consequentemente, a maior rentabilidade das operações. O espaço para melhorar é vasto e existem sempre pontos que podem ser transformados tecnologicamente e/ou processualmente.

 

Como tornar os processos logísticos da sua organização mais eficientes e rentáveis?

1. Comece pelo princípio – otimização das operações de armazém

Organizar a mercadoria no armazém parece algo simples. Porém, se os processos não estiverem bem estruturados, ou se não forem rigorosamente partilhados por todos os intervenientes, é muito fácil perder o controlo. Repare em apenas alguns exemplos do que pode suceder se não houver uma boa organização do armazém:

— O espaço físico não é rentabilizado ao máximo, logo perde competitividade

— A preparação para expedição é morosa, logo perde ainda mais competitividade

— É difícil identificar a mercadoria, logo acumulam-se perdas (principalmente nos produtos perecíveis)

— As equipas não têm fluxos padronizados, logo são menos produtivas

Para resolver isto, siga para o ponto nº 2!

 

2. Soluções tecnológicas simples e práticas a 360º

Com soluções e tecnologias simples que suportem todo o processo logístico numa abordagem a 360º é possível automatizar a gestão de armazéns, imprimir mais eficiência e controlar tudo de forma rigorosa desde a receção das mercadorias até à entrega ao cliente. A definição e a aplicabilidade de boas práticas nessas tecnologias, que balizem a estratégia e os objetivos de negócio, tem de ser feita de forma transversal envolvendo todos os intervenientes do ciclo logístico. Apenas com uma gestão integrada e a informação centralizada e rapidamente acessível, é possível obter ganhos de produtividade, transparência e rentabilidade global do negócio. Uma solução de gestão de armazéns e distribuição de mercadorias potencia tudo isso e garante-lhe:

 

– Otimização do circuito de entradas e saídas de mercadorias

– Maximização das localizações, de forma a posicionar a mercadoria para uma maior eficiência das entregas

– Diminuição dos custos de preparação, armazenagem e movimentação dos componentes

– Picking otimizado em função das encomendas

– Articulação entre armazenagem, inventário e operações

– Rastreabilidade da mercadoria, a montante e a jusante

– Planeamento de rotas e de entregas

– Aumento da rapidez na preparação e no envio dos pedidos

– Eliminação de erros nas expedições

– Automatização e organização de todos os processos relacionados com a entrega

– Gestão de carga das viaturas nas recolhas de serviços no armazém

– Confirmação de entregas por registo eletrónico e notificação por e-mail

– Classificação de causas de não entregas e devoluções

– Rentabilização dos recursos físicos e humanos

– Monitorização da informação em tempo real

– Relatórios de apoio à gestão

 

 

3. Relação transparente com o cliente e foco na sua satisfação

A disponibilidade e a partilha de informação são importantes dentro e fora da organização. O cliente é cada vez mais exigente neste ponto, procurando parceiros que disponibilizem mecanismos transparentes de interação e acesso à informação em qualquer altura e lugar, em tempo real: desde a criação da encomenda através da internet, até à consulta do contrato, realização de pedidos, indicação de moradas de entrega e datas, e acompanhamento contínuo do estado da encomenda. Ao endereçar tudo isto, garante que é um fornecedor da máxima confiança, proporcionando entregas certeiras – na hora marcada, na quantidade exata, com a qualidade desejada – potenciando a satisfação e fidelização dos clientes. E ainda reduz custos, tanto para a empresa como para os clientes, pois elimina uma carga administrativa pesada, bem como os custos de telecomunicações, com impacto direto na rentabilidade.

 

4. Envolvimento das equipas

Para garantir a adoção plena das tecnologias e dos processos de melhoria, os gestores têm de envolver as suas equipas em processos colaborativos, procurando sempre recolher o seu feedback (estando no “terreno” os seus inputs são valiosíssimos) e certificando-se que as vantagens são compreendidas e, efetivamente, bem aplicadas. Afinal, um dos objetivos é simplificar, otimizar e acelerar o seu trabalho, e é algo que têm de sentir efetivamente no dia-a-dia. Uma equipa motivada, informada e envolvida é meio caminho andado para que qualquer transformação nos processos logísticos consiga produzir os resultados esperados.

Resumindo, ao otimizar e automatizar os processos logísticos, os gestores conseguem:

  • Operações simplificadas e aumento da produtividade e da transparência dos processos
  • Rápida e eficaz resposta aos pedidos dos clientes
  • Redução de custos e aumento da rentabilidade global do negócio
  • Colaboração de todos os intervenientes no processo logístico
  • Informação de apoio à decisão em tempo real

 

Os ganhos da transformação digital dos processos logísticos estão à vista e quanto maior for a otimização e automatização, melhor será a agilidade, rigor e rentabilidade. Tudo isto encontra-se à distância de uma solução tecnológica que permita convergir estes objetivos num saldo de gestão positivo. O Eye Peak da PRIMAVERA é uma opção que tem sido usada com sucesso em inúmeras empresas que atuam na área (veja o caso da Sotecnisol e da Garcias). A sua será a próxima? Contacte-nos, veja o Eye Peak em ação e saiba como podemos apoiar a sua empresa desde o diagnóstico da situação atual até à consultoria para otimização dos processos e implementação da solução tecnológica de suporte.

 

 

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Paulo Gonçalves

Project Manager

INOVFLOW

 

 

 

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