Gerir o negócio em tempo real? Os indicadores de desempenho que não pode dispensar

Se fosse chamado a escolher um atributo para garantir a boa gestão da empresa o que escolheria?

É bem possível que a resposta passe por algo do género… ter a capacidade de tomar a decisão certa na hora certa e manter a equipa e as operações na rota ideal para crescer

O problema é que são demasiadas variáveis em jogo e o tempo é sempre escasso. A boa notícia é que a tecnologia pode dar-lhe tudo o que precisa, quando e onde precisa. E pensa que é preciso um grande investimento para ter acesso a ferramentas que monitorizem os dados do negócio ao mesmo tempo que disponibilizam dashboards com indicadores de desempenho fiáveis e fáceis de entender? Nada mais errado. 

Nem sempre o preço determina a qualidade. A chave está na escolha das soluções certas que agreguem valor e garantam adequação às necessidades sem comprometer o orçamento.


Quer um exemplo? O Microsoft Power BI. Uma solução de Business Intelligence competitiva, intuitiva e poderosa que permite obter indicadores de desempenho em tempo real que fundamentam cada decisão de negócio, nas mais diversas áreas. E o melhor de tudo é que é integrável com os sistemas já existentes na sua empresa, como é o caso do ERP PRIMAVERA, para que nenhum dado fique por analisar.

De facto, o Microsoft Power BI possibilita ver, de forma rápida e eficaz, o que se passa em todas as unidades da sua empresa através de gráficos visuais interativos e avançados. Ou seja, transforma informação bruta em insights valiosos em minutos – e tudo numa única vista.

Mas para conseguir avaliar de forma correta e contínua como está a correr o negócio e agir em tempo útil, é fundamental definir os indicadores de desempenho (os famosos KPIs – Key Performance Indicators) críticos para a sua realidade.

“O que pode ser medido, pode ser melhorado”, tal como dizia Peter Drucker.

Os indicadores de desempenho são instrumentos-chave que auxiliam na gestão empresarial e a base para se atingir as metas e os objetivos traçados.

Partilhamos 10 exemplos que qualquer empresa deve conseguir acompanhar:


Lucro

Não basta olhar para a faturação para fazer o controlo financeiro. Se não conseguir medir os custos que nela incidem, não pode saber se a empresa é rentável e sustentável a longo prazo, bem como o que mais pesa e pode ser otimizado. O lucro é obtido pela diferença entre a receita total da empresa e todos os seus custos.


Produtividade  

É a relação entre a produção e os fatores de produção utilizados. A produção é definida como os bens produzidos. Os fatores de produção são definidos como as pessoas, máquinas, materiais e outros. Quanto maior for a relação entre a quantidade produzida por fatores utilizados maior é a produtividade. A produtividade é muitas vezes medida por trabalhador, mas em muitas situações onde os custos com pessoas são uma percentagem reduzida dos custos totais têm que se ter em conta os outros fatores necessários para produzir os resultados pretendidos. O grau de produtividade é, regra geral, um dos melhores indicadores para a medição do nível de eficiência e eficácia.


Turnover

Representa o grau de rotatividade dos colaboradores e ajuda a entender as questões internas da empresa, o clima organizacional e a capacidade de reter talentos. O Indicador de turnover é calculado com base no tempo médio de permanência de um trabalhador na empresa.


Time to Market

Corresponde ao tempo de lançamento de um produto, desde a idealização do conceito até a disponibilidade para venda.


Ociosidade

Calcula a percentagem de tempo em que uma máquina, equipa ou unidade fica sem produzir.


Stock Out

Número de vezes ou dias que determinado item controlado no stock chega ao saldo zero.


Custo de Aquisição de Clientes

Revela tudo o que a empresa gasta para adquirir os seus clientes num determinado período. O cálculo resulta da soma de todos os custos com as equipas de Vendas e Marketing (salários, ferramentas, publicidade, etc.) e dividindo-se pelo número de clientes conquistados.


Autonomia Financeira

O rácio de autonomia financeira é a percentagem de ativos da empresa que está a ser financiada por capitais próprios. É um dos indicadores mais relevantes quando se analisa o endividamento. Quanto menor a percentagem, mais dependente de capitais alheios está a empresa. Este rácio deve ser definido pelos gestores, por forma a garantir qua a empresa não entre em risco de solvabilidade.


Rendibilidade do Capital Próprio

Este indicador mede a capacidade dos capitais próprios da empresa em gerar retorno financeiro. Assumindo que os capitais próprios da empresa representam a sua situação patrimonial líquida, isto é, o seu valor contabilístico, pode-se considerar a rendibilidade do capital próprio como sendo a rendibilidade da própria empresa. Quanto maior o valor da RCP, melhor será a performance da empresa na utilização dos investimentos dos seus proprietários.


EBITDA

Tal como o nome indica, EBITDA (Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization) são os lucros antes de encargos financeiros, impostos, depreciações e amortizações. Trata-se de um dos mais importantes indicadores para se analisar o desempenho de forma “livre” de influências externas. O EBITDA é capaz de medir a produtividade e a eficiência da empresa de maneira direta e objetiva e esclarece quanto é que gera de recursos apenas nas atividades operacionais – sem levar em consideração os efeitos financeiros e os impostos.

Além destes, existem inúmeros outros e cada empresa deve olhar para o seu negócio e determinar quais os mais indicados para avaliar o desempenho e tomar as medidas que o mantenham no rumo certo.

Ao ir “beber” informação a diversas fontes, uma ferramenta como o Power BI dá-lhe acesso em tempo real aos indicadores que precisa para saber se está em linha com as metas definidas e analisar os fatores que contribuem ou impedem esse alinhamento.


São assim uma ótima opção:

  • Para avaliar o progresso. Respondem à pergunta: “Em que estou adiantado ou atrasado?”
  • Para avaliar a distância até um objetivo. Respondem à pergunta: “Quão adiantado ou atrasado estou?”
  • Para avaliar o que é preciso fazer. Respondem à pergunta: “Onde está o problema?”
  • Para identificar padrões e prever tendências. Respondem à pergunta: “O que fazer hoje para evitar que problemas surjam amanhã?”

Toda esta visibilidade não obriga a conhecimentos técnicos e os gestores ficam totalmente autónomos para “chamar” dados dispersos para um mesmo gráfico ou relatório. Neste âmbito, por ser uma solução 100% integrável com o ERP potencia ainda mais o seu valor. Além disso, alia um baixo custo de propriedade a tecnologia de topo, amplamente reconhecida pelo mercado: está há 12 anos no Quadrante Mágico da Gartner para plataformas de Business Intelligence. 

Enquanto Microsoft Partner e PRIMAVERA Premium Partner, a INOVFLOW tem as competências e a experiência no terreno para uma implementação bem-sucedida e para uma integração tranquila e fluída do Power BI com o ERP PRIMAVERA. Com esta especialização e capacidade de conjugar as duas soluções de forma harmoniosa, a sua empresa ganha:

  • Economia de tempo
  • Economia financeira
  • Eficiência nos processos com a partilha de informação e simplificação da tomada de decisões
  • Otimização dos resultados

Este é sem dúvida um casamento que vai contribuir para rentabilizar o seu investimento, maximizando-o e colocando a empresa na rota das boas práticas de gestão e monitorização de indicadores de desempenho. Lembre-se que nos dias que correm obter a informação certa, no momento oportuno e para o interlocutor adequado não é um capricho, é uma necessidade absoluta. 

Fale connosco ou peça desde já uma demonstração personalizada do Power BI integrado com o ERP PRIMAVERA. Na INOVFLOW estamos sempre prontos para contribuir para mais uma história de sucesso: a da sua empresa!

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Rui pires

Rui Pires

Consulting Manager

INOVFLOW

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