O que deve garantir o parceiro tecnológico para um projeto bem-sucedido

Num mundo cada vez mais competitivo, a margem para falhas é reduzida e os recursos são sempre escassos. Para obter sempre os melhores resultados, a sua empresa deve fazer valer cada euro investido. Isso não significa não arriscar nem fugir de áreas potencialmente promissoras, mas desconhecidas. Pelo contrário, e aqui pode entrar a figura de um aliado chamado “parceiro tecnológico”.

O objetivo de qualquer gestor é tornar o mais seguro possível cada passo que vai dando na sua jornada. Dar consistência às decisões e minimizar “tiros no escuro”, para maximizar o potencial de sucesso.

Nesta teia de equilíbrios, o parceiro tecnológico deve ser isso mesmo, um parceiro que apoia os gestores a tirar o máximo partido da tecnologia para otimizar e fazer crescer o seu negócio. Um parceiro não é um mero vendedor ou instalador de software/hardware. Um parceiro está comprometido e envolve-se para acrescentar valor mais uma perspetiva de consultoria. A tecnologia é apenas a parte que materializa um objetivo maior. Um parceiro é como se fosse uma extensão da empresa, no que se refere à capacidade de planear, diagnosticar, dimensionar, sugerir, pôr em marcha, monitorizar e dar suporte.

Da mesma forma que a tecnologia se tornou transversal às várias áreas do negócio, o parceiro tecnológico deve hoje ter um papel que vai muito para além da implementação e manutenção de soluções. Há um antes e um depois que não pode ser descurado e são três os momentos em que é fundamental contar com o seu apoio:

 

Partida…

O parceiro tecnológico deve ter condições para assegurar um papel determinante logo na fase de planeamento de cada novo projeto. Avaliar necessidades e perceber o que já existe é crítico para alinhar o rumo certo de um projeto. Um parceiro tecnológico capaz de intervir na fase de diagnóstico, com serviços de consultoria e apoio no levantamento de requisitos vai partilhar metodologias, experiência e um conhecimento abrangente do que de melhor pode responder aos desafios identificados, assumindo-se como uma verdadeira mais-valia. Nesta fase torna-se também critico o conhecimento que o parceiro tem do negócio em causa, das suas especificidades, da forma como os processos podem ser melhor otimizados. Se isto não for assegurado, as probabilidades de chegarmos ao fim e a solução não corresponder ao que os seus utilizadores de facto precisam, são muito maiores.

 

Largada…

Definido o caminho e o melhor meio para o percorrer é preciso operacionalizar a rota e, nesta fase, a colaboração do parceiro tecnológico volta a ser relevante, quer ao nível da implementação quer da integração (nunca esquecer que criar silos só agrava problemas – há que ter em conta os sistemas já existentes e que sinergias precisam de ser criadas). Trata-se de um apoio que permite agilizar processos, parametrizando-os e automatizando-os, enquanto liberta recursos e ajuda a assegurar mudanças sem sobressaltos, impactos negativos na produtividade ou falhas na atividade. Um projeto tecnológico faz-se sobretudo de, com e para pessoas. Um parceiro tecnológico deve colocar ao dispor da empresa os profissionais mais especializados (quer na tecnologia quer no negócio) e seguir uma metodologia que permita a recolha contínua de feedback para garantir o total “fit” entre o resultado final e as expectativas iniciais. A maior parte das vezes a solução tecnológica não é o diferencial, podem existir inúmeros parceiros que a fornecem, a questão está na qualidade do serviço e na capacidade de entrega (no tempo, custo e qualidade esperada).

 

Fugida!

Chegou o grande momento. O projeto vai entrar em produção. Estão cumpridos passos decisivos para o sucesso, mas a história ainda não chegou ao fim. Os parâmetros definidos lá atrás, para identificar os objetivos do projeto, devem transformar-se em métricas para avaliação permanente de resultados e os dados gerados também podem ser usados para afinações…, mas é preciso trabalhá-los. Por outro lado, o suporte tem de estar garantido para dar resposta a qualquer eventual problema e assegurar todas as atualizações/evoluções necessárias. O parceiro tecnológico volta a ser uma peça central, para que tudo corra sobre rodas e que o investimento realizado é potenciado. Deve fornecer este apoio no tempo certo e com os recursos adequados, que nem sempre estão disponíveis internamente nas empresas. Por outro lado, é sempre bom ter uma abordagem de melhoria contínua e ter o parceiro tecnológico disponível para tal. O mercado muda, as prioridades mudam, as pessoas mudam, os processos mudam – e a tecnologia tem de acompanhar este dinamismo de forma ágil e em tempo útil.

 

Ser assertivo nos objetivos, controlar riscos, cumprir prazos e orçamentos estão entre os grandes desafios para o sucesso de qualquer projeto. Um parceiro tecnológico com uma resposta a 360º intervém em cada um deles. Reforça as garantias de que o rumo traçado está alinhado com as tendências tecnológicas e atribui-lhe os recursos adequados para a “missão”. No entanto, só conseguirá verdadeiramente fazê-lo se a parceria for efetivamente uma Parceria e se os profissionais que aloca ao projeto forem efetivos membros de uma equipa comum.

 

O seu parceiro atual está à altura destas premissas? A INOVFLOW está. Fale connosco e explicamos-lhe como podemos caminhar lado-a-lado. 

 

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Rui Pires Project Manager InovflowRui Pires

Consulting Manager

INOVFLOW